Entendendo o investimento em ações : Mercado de Capitais

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Entendendo O Investimento Em Ações Mercado De Capitais

Os instrumentos financeiros de derivativos são em geral, os produtos mais complexos do Mercado Financeiro, pelo fato de esses produtos terem uma série de possibilidades em se fechar a operação, assim como uma série de variáveis.

O que é o mercado de derivativos?

O nome derivativo se deve ao fato que o valor é derivado pelo um preço de um ativo subjacente, ou ainda por outro produto (chamado de instrumento financeiro). Para em entendimento rápido, podemos citar o mercado futuro de taxa de juros, que é baseado no preço da taxa de juros em vigor, conhecido por instrumento de referência, ou seja, o valor para o futuro da taxa de juros se baseia no valor da taxa de juros de mercado praticada durante o dia. Esse mesmo conceito pode ser utilizado em preço futuro de commodities, moedas, etc.

  A criação do produto derivativo (futuros) iniciou no mercado agrícola, como uma forma de proteger o produtor de variações de preço pela escassez do produto, ou superprodução. É uma forma de garantir o preço a uma determinada data futura. Atualmente, devido ao grande volume de dinheiro que gira na economia, o dinheiro não é utilizado somente para garantir o preço de uma produção, mas para ganho financeiro, como explicado mais abaixo nos quatro tipos básicos de perfis da operação:

 
  No Brasil, atualmente, dependendo do produto derivativo, o mesmo pode ser Registrado na B3. Para quem irá registrar, essa decisão pode variar, por exemplo: custo para Registro da operação, características da operação, pois dependendo da qual, a mesma só poderá ser registrada na BMF ou, em alguns casos, por ordem da Matriz da empresa, quando a operação é executada numa filial.

Tipos de Derivativos no Mercado de Capitais

  O objetivo de um derivativo podem ser os quatro básicos abaixo:
 
  Hedge: O objetivo do hedge é proteger o preço da operação, ou seja, contra variações do mercado, essas variações podem ser em preços, moedas ou taxas.

  Alavancagem: Pelo fato de um derivativo exigir pouco capital, se comparado a compra de um ativo no mercado a vista, a operação pode ser “alavancada”, ou seja, utilizar o mesmo montante para segurar uma maior posição, assim podendo aumentar a rentabilidade, porém, em alguns casos extremos, pode ocorrer a perda total de todo o montante investido, dependendo do derivativo e das características da operação.

  Especulação: A operação de especulação é baseada na tendência do mercado, ou seja, quem aplica com esse intuito, no geral, não possui o ativo objeto, e quer somente ter um ganho rápido com as variações de preço por um determinado período, ou seja, objetiva o lucro puro e simples.

  Arbitragem: O arbitrador procura o lucro através da diferença de preços de um mesmo instrumento financeiro, ou produto, mas em mercados diferentes, como exemplo podemos citar o preço de uma ação na Bovespa e essa mesma ação na Bolsa de Nova Iorque, durante determinados momentos, pode haver diferenças no preço, gerando ganhos ao arbitrador, pois o preço sempre tende a ficar simétrico.

  Dentre os derivativos, podemos destacar:

  • Mercado Futuros
  • Termo de Moeda
  • Termo de Mercadoria
  • Swap
  • Opções

  Esses produtos serão explicados nos próximos tópicos dessa série.

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